Lucro líquido: como calcular?
Em uma empresa muitos indicadores são usados como referência para mensurar se os números do negócio estão indo bem ou não. Mas com toda certeza, o lucro líquido é o que mais preocupa gestores e empresários. Neste conteúdo exclusivo da CPA Prime Contabilidade, você vai aprender o que é lucro líquido e como cálculá-lo. Leia o artigo na íntegra! O que é lucro líquido? Chamamos de lucro líquido a diferença entre tudo o que foi recebido (ou seja, a receita total) e o custo total da empresa (soma de todas as despesas). Resumidamente, o lucro líquido é o valor que fica para a empresa, de fato. É o lucro verdadeiro, que pode ser utilizado para investimentos ou aplicação no próprio negócio. Mas por que destacamos que este é o lucro verdadeiro? Isso porque existem outras margens de lucro. Confira abaixo a diferença entre elas: Margem de Lucro Operacional Essa é a receita total depois de serem subtraídas todas as despesas comerciais. Veja a fórmula abaixo: Lucro Operacional = Receita Total – Despesas Comerciais. Podemos chamar de despesas comerciais: amortização, despesas operacionais e administrativas e custos de produtos vendidos. Margem de Lucro Ideal É o índice mínimo para que uma empresa mantenha suas operações e seja considerável financeiramente saudável . Margem de Lucro Bruta Essa base de cálculo refere-se ao demonstrativo da receita total, exceto os custos dos produtos vendidos. É o lucro correspondente a todos os custos de produção. Para ilustrar, veja a fórmula a seguir: Margem de Lucro Bruto = Receita Total de Venda de Produtos – Custo dos Produtos. Em outras palavras, para determinar o lucro líquido, é necessário considerar a diferença que sobra após a soma de todas as despesas fixas e variáveis como: – folha de pagamento de funcionários; – aluguel; – contas de consumo como energia elétrica, internet, água, telefonia, sistemas, entre outras; – impostos; – pró-labore de sócios; – pagamento de fornecedores; – custos de matéria-prima – outras. Caixa é o mesmo que lucro líquido? Este é outro termo que pode acabar gerando confusão quando é preciso calcular o lucro líquido. O fluxo de caixa corresponde ao montante que uma empresa recolhe dentro de um determinado período. Mas isso não tem relação com a margem de lucro, uma vez que podem haver meses em que o negócio feche a conta no azul, isto é, sem prejuízo, mesmo que não tenha obtido nenhum lucro durante esse período. Como calcular o lucro líquido? Agora que ficaram claras as diferenças entre outros tipos de margem de lucro e lucro líquido, vamos aprender como fazer este cálculo no dia a dia de sua empresa? Suponha que você seja o dono ou gestor de um comércio que no mês passado fechou as vendas em R$ 100 mil. Porém, no mesmo mês o negócio teve os seguintes custos: R$ 30 mil (salários de funcionários) R$ 25 mil (custos com a produção e matéria-prima) R$ 15 mil (despesas fixas com aluguel e contas de consumo) R$ 10 mil (pró-labore dos sócios) Portanto, considerando esses valores, o seu comércio fechou o mês da seguinte forma: R$ 100 mil de Receita Total (-) R$ 25 mil com custos de produção (-) R$ 45 mil com despesas gerais (pagamento de colaboradores e outras contas fixas) (-) R$ 5 mil de impostos Assim,descontadas todas as despesas, o lucro líquido da empresa naquele mês totalizou em R$ 25 mil. Mas para que o seu negócio continue dando lucro e tenha um desenvolvimento financeiro saudável, é mportante fazer um acompanhamento detalhado desses indicadores. Para isso, conte com a CPA Prime Contabilidade. Somos uma consultoria especializada que há mais de 26 anos vem ajudando empresas dos mais variados portes e segmentos a prosperarem. Quer saber como melhorar os lucros de seu negócio? Fale com a gente!
Contabilidade para psicólogos
Ter uma boa gestão financeira é a alma de qualquer negócio. Por isso, qualquer empreendedor que deseja trabalhar por conta própria deve prestar muita atenção na organização das suas contas e nas diversas obrigações tributárias que estão previstas em lei. Para quem trabalha na área de psicologia essa realidade não é diferente. Entenda a importância de contratar o serviço de contabilidade para psicólogos aqui nesse conteúdo da CPA Prime Contabilidade. Enquanto o profissional de psicologia está ali atendendo os seus pacientes e cuidando das suas mentes, é fundamental que ele também tenha uma empresa especializada em contabilidade para psicólogos ali dando todo o suporte. Mas por que isso é tão necessário? A chave está na série de questões financeiras, tributárias, econômicas e patrimoniais que um profissional autônomo e que tem a sua própria empresa deverá lidar. A partir da contratação do serviço de contabilidade para psicólogos, esse profissional empreendedor terá uma equipe especializada à sua disposição para definir se é melhor trabalhar como Pessoa Física ou Pessoa Jurídica, qual o melhor regime tributário, como abrir a empresa, entre outras questões. Entenda agora a importância do serviço de contabilidade para psicólogos. Nós elencamos algumas questões primordiais que são tratadas no dia a dia pelos especialistas de gestão financeira e podem determinar o futuro do negócio: Pessoa Física x Pessoa Jurídica A carga tributária para psicólogos que decidem trabalhar como Pessoa Física é alta. Um exemplo é o INSS, a porcentagem média de desconto fica em torno de 20%, além do IRPF que pode chegar a 27,5% sobre o faturamento. Já como Pessoa Jurídica, o psicólogo pode auferir algumas vantagens em relação à tributação. Depois de se inscrever no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), ele poderá optar por três tipos de regimes tributários, sendo eles: Simples Nacional; Lucro Presumido ou Lucro Real. Cabe ressaltar aqui que o psicólogo não pode ser Microempreendedor Individual (MEI). Isso porque esta é uma profissão regulamentada, em que o indivíduo pode exercê-la desde que cumpra alguns requisitos, como formação técnica, cursos superiores, diplomas específicos, etc. Impostos e regime tributário Uma das maiores vantagens de contratar o serviço de contabilidade para psicólogos é que o time de especialistas vai indicar corretamente qual o melhor regime tributário para o negócio de maneira personalizada. O Simples Nacional é um regime mais simplificado e que serve para microempresas e empresas de pequeno porte. Aqui todos os impostos são pagos em uma guia única, o DAS (Documento de Arrecadação do Simples), e o valor do imposto mensal a pagar vai depender do faturamento bruto mensal da empresa e do anexo no qual o CNPJ se encaixa. Já no Lucro Presumido, o cálculo do imposto que o psicólogo deverá pagar é feito a partir de faixas de lucro pré-fixadas. No regime do Lucro Real, os impostos são pagos separadamente, sendo que alguns deles são calculados com base no Lucro Líquido. Modelos de empresa Um outro ponto que deve ser motivo de atenção é a escolha do modelo de empresa mais adequado. Há alguns específicos que podem ser adotados por psicólogos: IE (Empresário Individual), SLU (Sociedade Limitada Unipessoal) e Sociedade Limitada. O IE é a opção ideal para psicólogos que vão trabalhar sem sócios e não há exigência de capital mínimo. Já a SLU é uma empresa formada por um sócio e o permite que o psicólogo proteja o seu patrimônio pessoal. Ele também não exige capital mínimo. E a Sociedade Limitada é indicada para psicólogos que desejam atuar com mais pessoas. Esse tipo de modelo de empresa precisa de sócios para ser aberta. Essas foram apenas algumas das questões que um serviço de contabilidade para psicólogos resolve e a CPA Prime Contabilidade te dá todo o suporte que o seu negócio precisa. A partir de uma gestão eficiente feita por uma equipe especializada, você vai conseguir melhorar a lucratividade dos serviços de psicologia, ter mais tranquilidade, reduzir a carga tributária e obter mais qualidade nas entregas de informações contábeis e fiscais para sua clínica ou consultório. A CPA Prime Contabilidade é um dos escritórios de contabilidade de São Paulo com mais de 30 anos de experiência, sempre buscando as melhores opções legais para sua empresa, projetando, dentro da legislação, os benefícios fiscais, trabalhistas e contábeis. Clique aqui e solicite já um orçamento sem compromisso.
Como transformar MEI em ME
Quem quer ter o próprio negócio e já pensa na sua expansão deve ficar atento a um aspecto em especial: o enquadramento empresarial mais adequado. O MEI (Microempreendedor Individual) é um dos tipos mais populares no país hoje e, conforme a empresa cresce, se torna necessário a migração para o regime ME (Microempresa). Saiba como transformar MEI em ME, custos envolvidos e quando essa mudança deve ocorrer aqui nesse conteúdo da CPA Prime Contabilidade. Antes de falar sobre como transformar MEI em ME, cabe diferenciar esses dois tipos de enquadramento empresarial. Vamos começar pelo Microempreendedor Individual, o MEI. Ele consiste na forma mais fácil que um empreendedor tem para legalizar as suas atividades. Mas, para estar enquadrado nessa categoria é necessário obedecer algumas regras, como: ter faturamento anual de até R$ 81 mil; não participar como titular, sócio ou administrador de outra empresa; ter no máximo 1 funcionário; e exercer apenas as atividades econômicas que constam no anexo XI da Resolução CGSN nº 140, de 22 de maio de 2018. Já a Microempresa (ME) é um tipo de enquadramento que é indicado para negócios maiores. Essa categoria tem as seguintes características: o faturamento bruto anual deve ser de até R$ 360 mil; o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) não pode se enquadrar como MEI; pode contratar até 9 funcionários para comércio e prestação de serviços e até 19 funcionários para o segmento industrial; pode optar entre os regimes tributários Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real; escolhe entre as categorias jurídicas Empresário Individual, EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), Sociedade Simples ou Sociedade Empresária; tem permissão para emitir notas fiscais de vendas, tanto para pessoa física quanto para jurídica. O enquadramento de Microempresa é vantajoso porque proporciona a simplificação das regras previdenciárias e trabalhistas, prevê a possibilidade de participar de licitações e viabiliza o enquadramento na Lei Geral das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. E como efetivamente transformar MEI em ME? Cabe ressaltar que essa mudança pode ser feita em qualquer momento. Isso deve ocorrer quando o seu faturamento anual aumenta, quando é verificada a necessidade de contratar mais funcionários, ter sócios ou abrir filiais. O passo a passo para transformar MEI em ME A primeira medida que o empreendedor deve tomar para transformar MEI em ME é solicitar o desenquadramento do MEI no Portal do Simples Nacional. Caso a mudança seja feita automaticamente no caso do desenquadramento obrigatório (novo CNAE e abertura de filial, por exemplo), o empresário só deverá confirmar a mudança no site. Já quando a razão for o aumento do faturamento anual, será preciso também alterar o valor recolhido durante o ano anterior com uma nova DAS. É importante acompanhar o faturamento, pois se a empresa ultrapassar 20% do valor permitido no MEI dentro do ano calendário, a empresa será desenquadrada no primeiro mês do ano corrente, exemplo: a empresa X no mês 10/2022 tem o faturamento acumulado de R$ 100 mil, o desenquadramento será no mês 01/2022, tendo que recolher todos impostos em atraso e entregar as declarações de cada mês como empresa só simples nacional (com multa por entrega em atraso). Posteriormente, o empreendedor terá que informar a mudança para a Junta Comercial do estado. Lá, ele deverá apresentar uma série de documentos para fazer a migração, como o formulário de desenquadramento, contrato social ou equivalente, comunicação de desenquadramento do Simei e requerimento solicitando ao presidente da Junta Comercial o desenquadramento da sua empresa. Em seguida, todos os dados cadastrais da empresa devem ser atualizados na Junta Comercial Local e demais órgãos locais, onde será preciso atualizar a Razão Social e o Capital Social. Depois é hora de pagar os tributos e impostos previstos pelo novo regime tributário. Quer fazer essa transição com toda a segurança e assertividade que o seu negócio precisa? Entre em contato com a CPA Prime Contabilidade! Oferecemos as melhores opções legais para sua empresa, projetando, dentro da legislação, os benefícios fiscais, trabalhistas e contábeis. Solicite agora um orçamento sem compromisso!
Quais as modalidades de Lançamento Tributário?
Procedimento exclusivo da Autoridade Administrativa, o lançamento tributário está associado à cobrança de impostos. É por meio deste instrumento que se calcula o valor devido. Existem, em resumo, três modalidades de Lançamento Tributário: o de ofício, por declaração e, por fim, por homologação. Mas quais as especificidades deste procedimento? Vamos saber mais neste conteúdo da CPA Prime Contabilidade. Lançamento Tributário Só é possível lançar o crédito tributário após a identificação do que chamamos de fato gerador, ou seja, aquilo que justifica a cobrança do imposto, uma vez que se comprove uma riqueza tributável. Assim, é calculado o montante do imposto devido e proposta a aplicação de penalidade como multas e/ou juros. A partir disso é constituído o crédito tributário. Porém, vale observar que frequentemente o crédito tributário pode ser confundido com obrigação tributária. A seguir vamos entender a diferença. Obrigação Tributária e Crédito Tributário Segundo a definição do art. 113, do CTN (Código Tributário Nacional), “a obrigação tributária suge com a ocorrência do fato gerador, tem por objeto o pagamento de tributo ou penalidade pecuniária e extingue-se juntamente com o crédito dela decorrente”. Isso significa que o contribuinte, ao praticar um ato relevante para o direito tributário, terá como obrigação recolher este imposto aos cofres públicos. Vale ressaltar que o dever de recolher esse tributo não se carateriza pela exigência imediata do Fisco, mas tem como finalidade a constituição do crédito tributário, exigida por vias administrativas e judiciais. Modalidades do Lançamento Tributário Em outras palavras, o lançamento tributário funciona como uma garantia de que determinado documento possa ser quantificado e tenha valor de cobrança. Isso assegura que o emissor possa utilizá-lo como um documento de valor legal para fazer cobranças administrativas e judiciais. Constam no documento a data de geração da dívida, o valor devido e o nome do passivo (a quem a cobrança estará endereçada). Na sequência vamos conhecer as características das três modalidades de lançamento tributário: Lançamento Tributário por ofício O envolvimento do passivo é mínimo, uma vez que o documento é emitido exclusivamente pela parte administrativa. Assim, a Autoridade Administrativa gera a cobrança que deverá ser paga pelo contribuinte. Alguns exemplos de lançamento tributário por ofício são o IPTU e o IPVA. Lançamento Tributário por declaração Diferente da modalidade anterior, nesse caso há um envolvimento de ambas as partes: Autoridade Administrativa e passivo. Aqui, os dados para geração da cobrança são informados à parte administrativa pelo próprio devedor. Um exemplo deste tipo de documento é o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis). Lançamento Tributário por homologação Nesse caso o devedor também é responsável pelo envio das informações para geração de cobrança para que o órgão público calcule o valor do crédito tributário. Assim, a parte administrativa fica com a tarefa de homologar o valor declarado. E agora, ficou mais fácil entender agora o que são lançamentos tributários? Entre em contato com a CPA Prime Contabilidade para esclarecer esta e outras dúvidas sobre contabilidade e finanças.
O que é BPO Financeiro?
Uma gestão financeira eficiente é primordial para a sustentabilidade de qualquer negócio. Por isso, muitas empresas têm apostado em uma solução chamada BPO Financeiro para conferir mais assertividade e precisão a esse setor tão importante. Entenda o que é BPO Financeiro e como essa tendência tem ajudado empresas a melhorar os seus resultados aqui nesse conteúdo da CPA Prime Contabilidade. BPO é uma sigla em inglês para o termo Business Process Outsourcing. Em português, ele significa “terceirização de processos de negócio”. Ou seja, o BPO Financeiro nada mais é do que a terceirização da gestão das finanças do negócio. As empresas contratam um prestador especializado e que vai atuar com foco nas rotinas contábeis e obrigações tributárias do negócio. Entre as principais tarefas que o BPO Financeiro pode fazer para a empresa contratante estão: a elaboração e controle do fluxo de caixa, conciliação bancária, gestão das contas a pagar e a receber, análise de crédito, lançamento de documentos fiscais, gerenciamento de indicadores financeiros, balanço patrimonial, relatórios financeiros diversos, realização de orçamentos empresariais, fiscalização e revisão de processos internos, etc. Quais as vantagens proporcionadas pelo BPO Financeiro? Agora que você já sabe o que é BPO Financeiro, é hora de falar dos benefícios que esse tipo de serviço especializado oferece para as empresas. Uma das maiores vantagens é o aumento de produtividade e eficiência que ele proporciona. Isso porque todas as atividades relativas à rotina financeira das organizações ficam sob a responsabilidade de uma equipe especializada. Assim, os gestores podem se dedicar ao core business da empresa. Esse serviço também confere mais segurança financeira para a organização. Pois, quando há uma equipe especializada no cuidado com a contabilidade e as finanças da empresa é possível evitar falhas que geram prejuízos e optar por investimentos com mais assertividade. A redução de custos trabalhistas é outro ponto positivo para as empresas que contratam o serviço de BPO Financeiro. Pois, elas conseguem reduzir despesas com salários, benefícios, e evitar passivos trabalhistas. Além disso, é possível enxugar custos fixos diretos e indiretos, gerando mais economia. O acesso a dados atualizados e confiáveis é outro aspecto importante quando o assunto é BPO Financeiro. O serviço inclui a elaboração de dados, relatórios profissionais, gráficos e indicadores que demonstram a situação real da empresa e de maneira simples. O BPO financeiro também permite que a empresa faça o faturamento e acompanhamento do pagamento dos clientes. Assim, não são gerados atrasos e os índices de inadimplência caem. Vale destacar aqui que o BPO financeiro é um serviço que pode ser contratado por qualquer empresa, independente de porte ou segmento e que o controle dos pagamentos sempre será da empresa e não da BPO. A CPA Prime Contabilidade presta esse serviço e pode te ajudar a impulsionar o seu negócio. Fornecemos aos nossos clientes, uma estrutura de trabalho confiável, atentos com as mudanças da legislação nos processos fiscais, trabalhistas, contábeis e mantemos sua empresa regular perante as repartições públicas com nosso departamento de legalização. Entre já em contato conosco e solicite um orçamento sem compromisso.
Qual a importância da auditoria fiscal?
É muito comum que empreendedores e gestores de empresas desconheçam os benefícios de implementar uma auditoria fiscal. Mas esse processo pode ajudar muito no cumprimento das obrigações tributárias de uma companhia. Por isso, a CPA Prime Contabilidade preparou este conteúdo que destaca a importância da auditoria fiscal, quando e de que maneira realizá-la em sua empresa. Leia na íntegra! Auditoria fiscal: o que é Esse processo tem como finalidade assegurar que todas as obrigações tributárias às quais uma companhia esteja sujeita, sejam cumpridas. Existem muitos aspectos positivos ao implantar uma auditoria fiscal. Um deles é que essa ferramenta ajuda a garantir que procedimentos rotineiros como o pagamento de impostos seja feito corretamente. Assim, toda a situação tributária de um negócio pode ser controlada. Qual é o papel de um auditor fiscal? Geralmente, o profissional designado para essa tarefa é um contador. É fundamental que o profissional entenda como funcionam as legislações fiscais, finanças e procedimentos contábeis. O auditor irá solicitar aos gestores financeiros da empresa uma série de documentos para fins de análise e comparação dos dados e conferência dos impostos pagos. Entre as atribuições de auditor estão: Análise do cuprimento de obrigações tributárias; Conferência dos impostos pagos como IPI, ISS, SPED ICMS, SPED ECF, PIS e COFINS; Vistoria de possíveis falhas em declarações; Levantamento das guias geradas para pagamento. Assim, o principal objetivo de uma auditoria fiscal é analisar a necessidade de métodos contábeis para pagamento de taxas, impostos e demais encargos de natureza tributária ou fiscal que coloquem em dia as obrigações legais prevenindo que as operações da empresa sejam prejudicadas. Como e quando fazer uma auditoria fiscal? Existem duas modalidades: Interna: é o procedimento realizado pela própria empresa ou por uma uma auditoria terceirizada. Geralmente é feita de forma preventiva ou para identificar fraudes internas e corrigir. Externa: é a auditoria tributária executada pela Receita Federal quando são encontradas evidências de irregularidades e fraudes. Benefícios de uma auditoria fiscal Controle de processos legais Controlar os trâmites legais é o primeiro passo para evitar o surgimento de eventuais problemas que podem prejudicar o bom desempenho da empresa ou dificultar sua gestão. Recuperação de impostos pagos Também é possível recuperar valores originários de tributos. Muitas vezes as empresas recolhem mais impostos do que o valor devido e o processo de auditoria fiscal facilita essa verificação. Prevenção e correção de erros tributários Durante a auditoria fiscal, o contador faz uma avaliação detalhada sobre o pagamento de encargos tributários. Durante essa averiguação preventiva é comum identificar falhas e corrigi-las antes que surjam problemas legais com os órgãos competentes. Precisa implementar uma auditoria fiscal em sua empresa? Fale com quem entende! A CPA Prime Contabilidade tem 26 anos de experiência em procedimentos contábeis, fiscais e administrativos e pode te ajudar. Entre já em contato conosco.
Contabilidade para agência de viagem
Neste ano, um dos setores que estão retornando aquecidos é o de turismo. Após um longo período de isolamento social provocado pela pandemia, muitas pessoas retomaram suas rotinas e uma das prioridades de quem esteve isolado por tanto tempo é, finalmente viajar. Assim, se você tem uma agência de turismo é essencial garantir a boa gestão do seu estabelecimento. Pensando nisso, a CPA Prime Contabilidade preparou este conteúdo exclusivo sobre contabilidade para agência de viagem. Confira! Qual a importância da contabilidade para agência de viagens O turismo é um dos principais setores de nossa economia, o que desencadeia grandes investimentos e movimentações financeiras neste segmento. É a partir daí que são gerados relatórios para avaliar o desempenho da empresa e quais mudanças são necessárias para melhorar os resultados. E é nesse sentido que a contabilidade para agência de viagências tem um papel fundamental. Como funciona uma contabilidade para agência de viagens A contabilidade para este setor possui diversas atribuições, e para que seja mais eficiente, precisa estar alinhada com as especificidades de cada perfil de agência. Algumas das principais atividades executadas pela contabilidade são: Fluxo de caixa: essa operação vai controlar a entrada e saída de valores da empresa. Assim, é possível analisar se a estratégia do negócio vem sendo bem executada, se existem desperdícios e o que pode ser melhorado. Contato com bancos e fornecedores: o bom relacionamento com os parceiros do negócio é essencial para negociações e crédito, por exemplo. Gestão financeira: essa atribuição possibilita um olhar mais amplo sobre os números da empresa. Aqui além da análise de lucros e prejuízos, é possível identificar outras despesas como débitos/dívidas e imprevistos financeiros. Orientação tributaria, para que sua agência tenha habilidade de tributar somente sobre o serviço efetivo, e não pelos repasses. Benefícios da contabilidade para agência de viagem Planejamento Ao contratar um serviço especializado de contabilidade, a equipe irá traçar um planejamento estratégico que ajudará a apontar os erros e acertos do negócio. Com esse planejamento, várias áreas da empresa se beneficiam como vendas e marketing, uma vez que é possível prever e executar com antecedência as estratégias como criar ações para atrair a atenção de potenciais clientes, por exemplo. Redução de custos Muitas agências têm dificuldade em fechar suas contas com saldo positivo. Isso muitas vezes ocorre pela exposição do negócio a taxas e câmbio, mas também por falta de planejamento financeiro. Assim, contar com um serviço de contabilidade para agência de viagens facilita a sua rotina contábil. Viu como sua agência de viagens só tem a ganhar ao contratar um serviço de contabilidade especializada? A CPA Prime Contabilidade é uma consultoria que está há 26 anos no mercado, atendendo aos mais variados segmentos econômicos, entre eles, o de turismo. Entre já em contato conosco e saiba mais!
Contabilidade industrial: como ela funciona e qual é o seu diferencial?
Embora muitos pensem que a contabilidade é feita da mesma forma para indústrias e empresas, elas guardam diferenças importantes. A contabilidade industrial é muito mais complexa e vai além do cálculo de custos mensal. Saiba como ela funciona aqui nesse conteúdo da CPA Prime Contabilidade. A contabilidade industrial consiste no processo de identificar e analisar todos os gastos operacionais de produção a fim de determinar de forma precisa o custo do produto final; permitir a implementação de melhorias no negócio e servir de base para a tomada de decisões assertivas sobre os gastos. Na contabilidade comercial soma-se o valor pago pela mercadoria, os tributos não compensáveis e mais alguns custos acessórios como seguros e fretes para chegar até o custo ideal dessa mercadoria. Já na contabilidade industrial esse processo é muito mais complexo e envolve fatores diversos. Aqui nós estamos falando da transformação de matéria-prima em produto final, não são levados em consideração só os valores investidos em insumos, os custos de produção devem ser contabilizados. Na contabilidade industrial estão englobados custos com mão de obra, água, energia elétrica, transportes, bens subsidiários, produção, embalagem, marketing, comercialização, entre muitos outros. Ou seja, é por meio da contabilidade industrial que será possível descobrir quanto se gasta no total para produzir determinado item, calcular o valor de revenda e a margem de lucro. O funcionamento da contabilidade industrial O suporte que esse serviço oferece é vital para o negócio porque permite que a precificação seja feita de maneira mais assertiva e a margem de lucro seja definida de forma mais realista. E com resultados mais positivos, essa indústria se consolida no mercado e se destaca perante a concorrência. Ela é oferecida por uma equipe especializada e com expertise no cálculo de todos os custos que estão envolvidos na fabricação do produto. É esse time que vai acompanhar de perto a economia de custos e despesas; as obrigações tributárias; os indicadores de performance, de produção e financeiros; fazer a análise de margens, preços, custos de produção, de distribuição e lucro; fazer a organização do setor pessoal, tomando conta de salários, contratos e impostos; realizar a gestão de custos e benefícios fiscais, entre outras tarefas. A equipe de contabilidade industrial faz um levantamento detalhado das necessidades dos negócios e oferece informações valiosas para os tomadores de decisão. Vantagens da contabilidade industrial A contabilidade industrial vai munir de informações importantes todos os diferentes níveis gerenciais do negócio e garantir uma série de vantagens, como: Redução de custos: quando a indústria pratica esse tipo de contabilidade, fica mais fácil identificar pontos de cortes de despesas, oportunidades para fazer ajustes e produzir mais e de forma mais otimizada com o mesmo investimento; Planejamento e controle das operações: produz dados confiáveis que servirão de base para fazer o planejamento financeiro do negócio e o controle das operações; Diferencial competitivo: há ainda muitas indústrias que trabalham com sistemas de custeio básico. Quem adota a contabilidade industrial e tem acesso aos seus custos detalhados se destaca em relação à concorrência; Maior agilidade: contabilidade industrial também inclui a automação e modernização de processos através de softwares e outras ferramentas. Assim, os processos andam mais rápido e ganha-se eficiência. Está em busca de uma empresa que ofereça um serviço de contabilidade industrial de excelência? A CPA Prime Contabilidade tem a solução perfeita para o seu negócio! Clique aqui e solicite o seu orçamento.
Como fazer um plano de contas contábil?
Para fazer a boa gestão financeira em uma empresa existe uma ferramenta fundamental: um Plano de Contas Contábil. Mas você sabe por que ele é tão importante e como implementá-lo? A CPA Prime Contabilidade preparou este conteúdo exclusivo sobre o assunto. Leia na íntegra! Afinal, o que é e para que serve um Plano de Contas Contábil? Ele tem como finalidade a identificação de contas em uma organização por meio de classificações que registram todas as entradas e saídas financeiras e patrimoniais da empresa. O plano de contas contábil é o início de tudo na empresa, estando bem definido e estruturado, o empresário poderá obter um bom acompanhamento dos números de seu negócio. Esta estrutura contribui com a gestão de ativos, passivos, além de outros fatores contábeis de uma empresa. Quem está mais familiarizado com os termos contábeis sabe que “contas” corresponde a resultado ou a um elemento patrimonial. Esses termos são essenciais na hora de elaborar relatórios contábeis como a DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) e Balanço Patrimonial. Vale ressaltar que em um plano de contas contábil é estruturado tanto um padrão de identificação quanto de classificação das contas da empresa, facilitando a visualização de todas as informações e a análise dos dados. Para isso, vamos entender a seguir qual deve ser a estrutura deste instrumento. Estrutura do Plano de Contas Contábil Um Plano de Contas Contábil deve ser baseado nos Princípios Fundamentais de Contabilidade reconhecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade e também estar de acordo com o regime tributário em que se enquadra. A estrutura do plano de contas é subdividido em 5 categorias principais, Ativos, Passivos, Custos, Despesas e Receitas, abaixo um breve descritivo de cada um: Ativo São os recursos e bens em posse da empresa. Podemos citar como exemplos de ativos: Caixa, Contas bancárias e suas Aplicações Financeiras, Clientes, Bens Moveis e Imóveis, onde são classificados dentro de subgrupos, como: – Ativo Circulante: bens e direitos movimentados dentro do período de um ano. – Não Circulantes: contas a receber e demais valores de direito em um prazo superior a um ano. – imobilizados: bens moveis e imóveis (que é um outro subgrupo do Não Circulante). Passivo Fazem parte dos Passivo, as obrigações financeiras da empresa como pagamento de impostos, contas a pagar, parcelas de empréstimos e/ou financiamentos e dívidas a quitar. Também estão divididos em: – Circulantes: contas com curto prazo, com até um ano para pagamento. – Não circulantes: contas a longo prazo com data de pagamento superior a um ano. – Patrimônio líquido: patrimonial empresarial, capital social dos sócios e acionistas. Receitas São os números resultantes de operações comerciais . Também são chamadas de receitas os rendimentos de investimentos. Essa categoria pode ser dividida em: – operacionais: são os valores provenientes de vendas de produtos ou prestação de serviços. – não operacionais: receitas geradas indiretamente. Custos e despesas São os gastos gerados pela empresa. Podem ser separados em: – operacionais: custos de manutenção do negócio como despesas fixas, despesas com pessoal e compra de matéria-prima, por exemplo. – não operacionais: não têm relação direta com a empresa. Exemplos: patrocínios e doações. Montar um plano de contas contábil eficiente pode fazer a diferença no seu negócio. Precisa de ajuda para implementar o seu? Conte com a CPA Prime Contabilidade, somos uma consultoria contábil com mais de 26 anos de experiência. Entre em contato conosco para otimizar a gestão contábil da sua empresa!