O que é pessoa jurídica?

pessoa jurídica

Também conhecido popularmente como PJ, esta entidade tem algumas características específicas, sobretudo no que diz respeito à contabilidade. Mas você sabe o que é Pessoa Jurídica? Confira neste conteúdo da CPA Prime Contabilidade. Pessoa Jurídica consiste em uma ou mais pessoas físicas que possuem um propósito ou finalidade. É um termo frequentemente ouvido por quem está abrindo uma empresa. Afinal, o termo Pessoa Jurídica está relacionado a obtenção de um CNPJ.   Quais os principais tipos de Pessoa Jurídica? Segundo o Código Civil Brasileiro, existem três classificações de Pessoa Jurídica, são elas: 1 – Pessoa Jurídica de direito público interno – Tipo de pessoa jurídica que pode ser criado geralmente por lei e que representa órgãos governamentais. São pessoas de direito público interno: a União; os Estados, o Distrito Federal e os territórios; os Municípios; as autarquias, inclusive as associações públicas; as demais entidades de caráter público criadas por lei. 2 – Pessoa jurídica de direito público externo – tipo de pessoa jurídica destinado a órgãos internacionais e estados estrangeiros. Por exemplo, a Organização das Nações Unidas (ONU). 3 – Pessoa Jurídica no direito privado – As demais entidades como sociedades, associações, fundações, empresas individuais, organizações religiosas etc.   Por outro lado, o que é pessoa física ? Pessoa física são todas as pessoas e cidadãos, nascidos, registrados ou não, sob o número de uma documentação (o CPF, por exemplo), com direitos e deveres. Só há um tipo de pessoa física e o CPF nem é necessário para ser reconhecida como tal.   Quais os direitos e deveres de uma pessoa jurídica? Uma pessoa jurídica tem todos os seus direitos assegurados e deveres a serem cumpridos para garantir a sua legalidade. Confira os principais: Direitos de uma Pessoa Jurídica O titular de uma MEI, por exemplo, tem direito a aposentadoria, auxílio-doença, auxílio-maternidade e qualquer outro direito relacionado ao pagamento do INSS. A Pessoa Jurídica tem direito a férias. No entanto, esse descanso deve estar estipulado em contrato com a empresa ou pessoa física a quem prestará serviços, indicando quais serão os dias de férias. É importante lembrar que não há pagamento de salário nesse período.   Deveres de uma Pessoa Jurídica O principal dever é o pagamento de impostos. O percentual a ser pago vai depender do regime de tributação que o empreendedor escolherá. Sendo Pessoa Jurídica, é possível pagar menos impostos, desde que siga as orientações: – Defina o enquadramento fiscal ideal para o seu modelo de negócio; – Realize um bom planejamento tributário; em hipótese alguma sonegue impostos ou deixe de pagar os tributos corretamente; – Faça um acompanhamento pontual do calendário fiscal e tributário da sua empresa; – Estabeleça um processo de cumprimento das obrigações fiscais e tributárias para evitar o pagamentos dos impostos com atraso. Além disso, seja um empresário responsável e pague corretamente salário e os direitos dos funcionários contratados pela empresa. Agora que você já entendeu o que é Pessoa Jurídica, quais os tipos, seus direitos e deveres, ficou clara a importância de ter uma assessoria contábil de confiança junto à você e sua empresa? Conte com a experiência da CPA Prime Contabilidade, um escritório de contabilidade com atendimento presencial e on-line, com atenção técnica especializada para o seu negócio. Entre em contato e agende uma conversa.    

Como o Profissional Liberal deve lidar com questões contábeis?

profissional liberal

Sendo um profissional liberal você com certeza tem de lidar com muitas questões nos negócios. Por isso, uma contabilidade adequada é de extrema importância para o seu perfil profissional. Vamos saber mais sobre essa categoria no conteúdo da CPA Prime.   Mas afinal, o que é um profissional liberal? Os profissionais liberais são aqueles com total liberdade para exercer as suas profissões, pois têm formação técnica em determinado ramo, obtida por meio de uma graduação ou curso técnico com registro em um conselho profissional ou ordem. Por exemplo, médicos, dentistas, advogados, corretores de imóveis, engenheiros etc. Mas é importante não confundir profissional liberal com autônomos. O autônomo se dedica a um serviço de maneira independente, não precisa de formação acadêmica ou técnica e não precisam de registro em um conselho profissional ou ordem (como o CRM – Conselho Regional de Medicina, por exemplo). Além disso, o autônomo não trabalha sob o regime CLT (com vínculo empregatício), pois presta serviço de forma independente, livre. São exemplos de autônomos: designers, redatores, pintores etc.   Vantagens de ser um profissional liberal Muitas são as vantagens ao decidir ser um profissional liberal com CNPJ. Confira algumas delas: Economia de impostos – Se você não tem CNPJ, o IRPF pode chegar a 27,5%. Já os tributos totais de uma PJ podem chegar a menos da metade dessa porcentagem, claro, dependendo da forma que foi constituído além da atividade exercida. Crédito bancário – Caso possua CNPJ, o crédito bancário para o seu negócio será muito mais fácil. Pague seus impostos corretamente e registre o seu CNPJ. Dessa forma e com as concorrências entre os bancos você consegue taxas muito menores. Oportunidades – Por conta da flexibilização da legislação trabalhista, o mercado de trabalho tem procurado cada vez mais por profissionais liberais. Por isso, para cuidar das suas finanças, é importante ter uma contabilidade de confiança e dedicada a gerir a rotina do seu negócio. Nada melhor do que uma equipe de confiança para ter tranquilidade em administrar a sua carreira.   Como funcionam as questões contábeis No trabalho do profissional liberal, as obrigações fiscais e contábeis podem ficar um pouco confusas. Por isso, veja os tópicos a seguir e saiba o que é preciso para manter o seu CNPJ em dia e regularizado: O profissional que atua como Pessoa Jurídica deve recolher os seguintes tributos: Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ); INSS; Programa de Integração Social (PIS); Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). Contribuição social sobre o Lucro Líquido (CSLL) Contribuição para o financiamento da seguridade social (COFINS) Também pode ser optante pelo regime do Simples Nacional, tendo assim a contribuiçãoDocumento de arrecadação do simples nacional (DAS) Contrate uma consultoria contábil para auxiliá-lo na definição do regime tributário (Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real). Por conta da facilidade, geralmente profissionais PJ escolhem o Simples Nacional, criado para facilitar a vida do empreendedor. Não esqueça que a emissão de nota fiscal é obrigatória por lei. Ao emitir a nota, a empresa contribui para a sua regularidade.  Tenha uma contabilidade responsável. Solicite a assessoria contábil da CPA Prime que conta com um time experiente pronto para auxiliá-lo nas rotinas contábeis do seu negócio. Com atendimento presencial, on-line, via e-mail, WhatsApp com atenção técnica especializada no seu negócio. Entre em contato e nos conte a sua necessidade.  

Como abrir um MEI

como abrir um mei

Segundo dados do Ministério da Economia, no Brasil existem mais de 10 milhões de MEIs registradas. Número que cresce a cada dia, pois é uma alternativa para autônomos que querem regularizar o seu negócio. No post de hoje da CPA Prime vamos saber mais sobre como abrir um mei e as características dessa modalidade. O que é e como abrir um MEI? O MEI, Microempreendedor Individual, foi criado para tirar da informalidade trabalhadores autônomos. É utilizado em atividades não regulamentadas por entidades de classe. É um caminho para profissionais como cabeleireiros, pedreiros, boleiras que atuavam na informalidade e, a partir do registro da MEI, passam a ter benefícios da previdência como auxílio-doença, auxílio-maternidade, direito a afastamento remunerado por problemas de saúde e aposentadoria. Além de poderem emitir nota fiscal. Ao se tornar MEI, o empreendedor recebe um registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), se enquadrando no modelo simplificado do Simples Nacional. Nesse cenário é necessário pagar apenas um valor fixo mensal referente aos tributos da sua atividade, ficando isento de tributos federais como Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL. O pagamento desses tributos pode ser feito através de débito automático, online ou com a emissão do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Para que sua empresa seja formalizada as exigências são as seguintes: você deve faturar até R$ 81 mil por ano ou R$ 6.750,00 por mês (até a lei atual de 2021); ter no máximo 1 funcionário e não possuir participação em nenhuma outra empresa como sócio ou como titular. Exigências cumpridas, acesse o site gov.br e preencha o formulário com suas informações cadastrais.   Documentos necessários para abrir um MEI É necessário cumprir uma lista de documentos exigidos para abrir um MEI. São eles: Cadastro de Pessoa Física (CPF) Registro Geral (RG) Título de Eleitor Número da Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (caso tenha declarado nos últimos 2 anos) Consulta prévia de localização aprovada (caso seja uma exigência da sua cidade) Comprovante de endereço da empresa e da sua residência   Quais atividades se encaixam na categoria MEI? Verifique a lista de atividades permitidas para se tornar um Microempreendedor Individual. Existem cerca de 466 atividades permitidas que, segundo a legislação, estão autorizadas a abrir um MEI. O MEI pode ter até 16 atividades diferentes no seu CNPJ tendo 1 como principal e outras 15 como atividades secundárias.   Quais os benefícios do MEI? Além da facilidade para abrir a empresa, dos baixos custos (já que o MEI paga apenas um valor fixo mensal), é possível o acesso a créditos facilitados com taxas especiais em alguns bancos, que servem de incentivo para o microempreendedor. Bancos digitais também oferecem vantagens, como a emissão de boletos sem custos, além das facilidades da conta digital. Com todas as informações sobre como abrir um MEI e sabendo que o Microempreendedor Individual pode contratar um funcionário, a contratação deve ser feita dentro da lei, cumprindo as obrigações do MEI de depósito mensal do FGTS e o recolhimento para a Previdência Social. Pra isso, é importante contar com o apoio de um contador de confiança, procure um contador da CPA Prime, profissionais experientes e prontos para ajudar no que você precisa.      

Regime tributário: o que é e como saber qual é o melhor para o meu negócio

regime tributário

A escolha do regime tributário é um dos fatores determinantes para o sucesso da sua empresa. É importante ter atenção, pois, uma escolha errada pode gerar o pagamento de diversos impostos que poderão abalar financeiramente o negócio, além de gerar problemas fiscais com a Receita Federal.   Regime tributário: o que é? Regime tributário é o sistema que estabelece a cobrança de impostos de cada CNPJ de acordo com o tipo de negócio e quantidade de arrecadação da sua empresa, além de outros fatores como o tipo de atividade exercida, o faturamento etc. No Brasil, os tipos de regime tributário mais adotados são três: Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional. Lucro Real – é um regime tributário com a finalidade de mensurar o Imposto de Renda de pessoa jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), no qual o cálculo realizado para determinar o valor descontado leva em conta o lucro líquido da empresa. Se a sua empresa não se encaixa nas exigências do Simples Nacional, deve adotar esta modalidade, além de não poder fazer parte do Lucro Presumido. Algumas empresas que devem optar pelo Lucro Real: Instituições bancárias; Empresas que possuem receita bruta acima de R$ 78 milhões; Sociedades de crédito, financiamento e investimento; Cooperativas de crédito; Empresas de arrendamento mercantil. Lucro Presumido  – A forma de tributação desse regime é simplificada para estabelecer  a base de cálculo do imposto de renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL) das empresas. As alíquotas de presunção podem variar de acordo com a atividade exercida para os dois impostos, de 8% para atividades envolvendo indústria e comércio e de 32% em casos de prestação de serviços. Simples Nacional – Essa modalidade tem o objetivo de facilitar o pagamento de tributos por microempresas (MEI) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). Seus valores de alíquotas são menores, variam de 4% a 22,90% e contemplam diversos ramos e atividades econômicas. O Simples Nacional é a melhor opção para empresas que faturam até R$ 4,8 milhões.   Como saber o Regime Tributário adequado para o meu negócio? É importante escolher o regime tributário adequado para sua empresa para evitar a dor de cabeça de pagar tributos desnecessários ou incorretos, além de evitar pagar um valor a menos para o Fisco. Apesar de termos conhecido as três modalidades, nem sempre uma empresa pode escolher qualquer uma delas. Portanto, antes de fazer sua escolha, é importante considerar razões que ajudarão na escolha. Faça uma análise rigorosa, com calma, para então decidir qual o melhor regime tributário para a sua empresa. Agora que você conhece os principais regimes de tributação, é hora de contratar um escritório de contabilidade de confiança. Entre em contato com a CPA Prime, assessoria contábil com mais de 30 anos de experiência no mercado.

Qual a importância da análise de balanço?

análise de balanço

Não tem muito mistério nessa resposta: é para o negócio continuar funcionando bem, trocando em miúdos, não levando a empresa à falência. O empreendedor que não se preocupa com a análise de balanço corre grande risco, afinal, ele fica por fora da real situação financeira da sua organização. Sem falar que sem a análise de balanço, você não consegue fazer uma análise  comparativa dos seus concorrentes. Entenda. O que é a análise de balanço? A análise de balanço é importante para a tomada de decisão, para um diagnóstico da situação econômica e financeira, possíveis falhas na administração da empresa, seus índices de liquidez ou do seu patrimônio. Com relatórios coletados da contabilidade, é possível saber como está a saúde financeira da sua empresa, e partir desse diagnóstico, decidir qual o melhor caminho a seguir na resolução e julgamento da situação da empresa e quais as suas possibilidades futuras. E qual a importância da análise de balanço? O resultado da análise é apresentado através de relatórios de análise financeira, que são compostos por alguns índices como índices de endividamento, rentabilidade, liquidez e fluxo de caixa operacional, além das conclusões e pareceres do analista. Uma das principais ferramentas para a tomada de decisão é a análise do balanço social muito utilizada por alta direção e pelo gestor que faz uma análise financeira de balanço, além de outros como fornecedores, concorrência pública, bancos etc. Análises de balanços Análise horizontal – sua principal atividade é desenvolver um comparativo que contemple diferentes períodos de demonstrações financeiras. Desse modo, é mais simples definir se a empresa teve um crescimento nesse intervalo de tempo ou se foi um período de queda. Outro ponto importante a destacar é que a análise horizontal deve comparar a empresa à concorrência ou com seu setor de atuação. Análise vertical – Já a análise vertical analisa um mesmo período. Aqui, avaliamos que o diagnóstico financeiro é trabalhado de outro eixo para que a representatividade de um fator possa ser encontrada em relação ao todo de um valor. Diferenças entre análise vertical e horizontal A diferença entre análise vertical e horizontal é o período avaliado. A análise vertical atinge diferentes grupos ou contas em um mesmo prazo. Já a análise horizontal contrapõe períodos diferentes, porém, levando em conta as mesmas contas. Fica a cargo da empresa decidir qual é a análise mais adequada para a sua empresa. Ambas as análises são usadas também para a avaliação de mercado, a fim de ajudar o empreendedor na sua tomada de decisão. Acompanhe regularmente os números obtidos em determinados períodos, tenha cautela e evite os imprevistos. Não esqueça que as análises horizontal e vertical podem ser aplicadas a diversos relatórios e indicadores de desempenho. Solicite a assessoria contábil da CPA Prime, que conta com um time experiente pronto para te auxiliar em todas as etapas da sua empresa. Com atendimento presencial, on-line, via e-mail, WhatsApp ecom atenção técnica especializada no seu negócio. Entre em contato e solicite um orçamento.    

O que é e como elaborar um Contrato Social?

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Sua empresa já quase pronta para começar a funcionar, já tem um plano de negócios, a sociedade de investidores já foi acertada, equipe montada. O próximo passo é elaborar o seu contrato social. É importante saber todas as etapas desse processo, o que é, para que serve Vamos a algumas dicas. O que é um contrato social? Contrato Social é o registro de sociedade, é como se fosse a certidão de nascimento da sua empresa. Nele, constam todas as regras e condições de funcionamento da empresa, assim como os direitos de cada um dos sócios envolvidos na abertura da empresa. Como elaborar um contrato social passo a passo É importante que o empreendedor contrate uma contabilidade de confiança para ajudar na elaboração do contrato social. Qualquer erro pode gerar uma série de contratempos, portanto, é importante contar com a ajuda de profissionais e apenas supervisionar o trabalho. Acompanhe agora o passo a passo para elaborar um contrato social: Faça a qualificação dos Sócios É a primeira parte do contrato, onde constam os sócios da empresa e todas as suas informações. Discrimine as atividades e serviços desenvolvidos pela empresa É o momento de definir quais as atividades e serviços serão desempenhados. Essa etapa deve ser seguida conforme a descrição da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), a fim de evitar erros e/ou dúvidas no tipo de tributação que a empresa irá recolher seus impostos. É importante ter muita atenção, pois um erro na classificação te fará enfrentar muita burocracia para corrigir os dados, além de possíveis multas e punições. Defina o tipo de empresa e onde vai operar O tipo de classificação que você poderá usar para abrir o seu negócio vai depender da infraestrutura e da sua atividade empresarial principal. Os tipos mais comuns são: Microempreendedor Individual (MEI); Empresário Individual; Sociedade Limitada (Ltda); Sociedade Anônima (S.A.); Sociedade Individual Unipessoal (SLU). Definir onde estabelecer sua empresa é muito importante, pois deve ser feito uma solicitação de análise da atividade x endereço está analise será feita por intermédio do processo de VIABILIDADE, ALVARÁ e do ESTADO (para empresas de comércio), que controlam quais as atividades empresariais podem ser exercidas no local, além de recolherem os impostos. Especifique a participação de cada sócio e quem são os administradores No contrato social da sua empresa devem constar a divisão e a participação de casa sócio, ou seja, as quotas. Isso é baseado nos valores que cada um investiu no capital social da empresa. Além disso, é preciso indicar quem são os administradores da empresa, bem como suas responsabilidades administrativas. Pode ser um sócio majoritário ou todos os sócios, desde que esteja tudo muito bem discriminado na cláusula do contrato social. Defina o pró-labore É preciso definir o valor da base de cálculo de pró-labore para cada sócio administrador e isso pode estar no contrato social. Mas é importante lembrar que pró-labore é diferente de divisão de lucros, essa pode ser feita com base na participação de cada sócio, ou qualquer outra sugestão apontada pelos sócios (desde que indicado em uma ata especifica). Estabeleça regras para o bom funcionamento da sua empresa Crie regras importante para a empresa, como a forma de distribuição do lucro, entrada e saída de sócios e todas as  informações importantes que possam afetar diretamente a empresa. Tudo deve estar documentado no contrato social e deve ser assinado por todos os sócios. Quais são as partes de um contrato social Existem informações que são obrigatórias no contrato social como: Preâmbulo – qualificação dos sócios, dados pessoais, endereço, estado civil e em alguns a data de nascimento também é informada. Dados e informações da empresa – a razão social, endereço da sede, informações referentes à sede, o tempo de sociedade e possíveis prorrogações ou renovações. Objeto Social –  As atividades que a empresa vai exercer. Em caso de dúvida, consulte o que consta no CNAE, assim você garante as licenças apropriadas e a tributação da sua cidade. Capital Social – dividido em cotas, é possível especificar se a empresa possui ou não acordo de cotistas. Regras de administração da empresa –  são as responsabilidades e obrigações de cada sócio. Assembleia geral dos sócios – aqui você especifica como as assembleias acontecerão, como acontecerão. É importante deixar definido e registrado. Exercício Social – o comum é iniciar o exercício segundo o calendário, 1º de janeiro e terminar em 31 de dezembro, mas algumas atividades não conseguem seguir esse padrão, por exemplo, as de cultivo. Continuidade da Sociedade – Nesse ponto, você define a continuidade da empresa. Caso um sócio venha a falecer, o que ocorrerá, se será aceito um novo sócio. Cotas e distribuição – coloque regras em relação as cotas, se serão divisíveis ou não, se poderão ser penhoradas. E a respeito dos lucros, geralmente específica em contrato se poderá ser distribuído de forma desproporcional ou não. Transferência de cotas e cessão do direito de preferência – Nem você ou os sócios podem transferir as cotas a um terceiro sem comunicar e ter autorização deles. Seus sócios terão o direito de comprar suas cotas antes de um terceiro  e você a preferência sobre as cotas deles. Soluções controvérsias –  Caso haja desentendimentos entre os sócios e não conseguirem chegar a um acordo amigável, é adotada a Câmara de Arbitragem. A decisão da Câmara para a resolução do conflito é definitiva, não podendo ser contestada no judiciário o que for decidido. Disposições gerais – Isso é muito importante. É discriminado no contrato que, havendo acordo de voto, acordo entre os cotistas ou sócios, eles serão superiores ao contrato social. Isso é feito para evitar custos jurídicos. Esse documento tem validade superior ao contrato social. Agora que você já entendeu o que é e como elaborar um contrato social, é importante ter uma assessoria contábil de confiança junto com você nesse processo. Conte com a experiência da CPA Prime, um escritório de contabilidade com atendimento presencial, on-line, via e-mail, WhatsApp, com atenção técnica especializada no seu negócio. Entre em contato com a CPA

O que é Capital Social e como estipular

capital social

Afinal, o que é esse “capital social” de que tanto falam na hora de abrir uma empresa? O que é Capital Social e para que que serve? Capital social é o valor bruto necessário para a abertura de uma nova empresa. É a quantia investida considerando o tempo que o empreendimento ainda não dará retorno financeiro suficiente para se manter. Esse é o valor utilizado enquanto a empresa ainda não está dando lucro e é utilizado para situações como compra e manutenção de equipamentos, salário de funcionários, contratar serviços, enfim, tudo o que estiver relacionado com o desenvolvimento da empresa. É importante lembrar que o valor investido pode ser em dinheiro e bens tangíveis como maquinário, imóveis ou outros recursos. Como definir o Capital Social da empresa? Entendido o que é capital social, agora é o momento de definir o seu valor. É  comum não se ter um valor exato ou que o empreendedor precise obter o CNPJ logo. Nesses casos, é indicado registrar o mínimo de R$ 1.000,00 (desde que a abertura da empresa seja como empresário individual ou Sociedade Limitada) e esse valor pode ser alterado posteriormente. O próximo passo é definir qual porcentagem do capital social cada sócio vai investir e estipular isso de forma clara no contrato social. Capital Social pra EI – Empresário Individual Ao abrir uma empresa com EI, não é exigido um valor mínimo de capital social – o empreendedor pode declarar apenas o necessário para pagar os custos iniciais da operação. Capital Social para Sociedade Limitada Unipessoal São consideradas empresas de Sociedade Limitada Unipessoal aquelas que contam com apenas um sócio-propietário. A modalidade é uma alternativa para empreendedores que desejam abrir uma empresa sem sócios e proteger seu capital social. Não existe um valor mínimo de capital social, porém, o empreendedor precisa informar o valor necessário para iniciar as atividades da empresa, mesmo sem a obrigatoriedade de comprovação. Capital social para MEI Ao abrir uma empresa MEI, assim como EI, não é preciso valor mínimo para declarar no capital social. O MEI (Microempreendedor individual) é o profissional autônomo, não são permitidos sócios. Mas é importante calcular o quanto será necessário investir para manter o início das atividades, mesmo que para controle próprio. Capital Social para sociedade limitada A sociedade limitada, ou seja, empresas que tem LTDA na razão social, são constituídas por dois ou mais sócios. Não precisa de valor mínimo de capital social a ser investido – é definido a partir da quantia que cada sócio vai investir, seja em dinheiro ou outros bens. Além disso,  o montante investido que define a cota participativa de cada sócio. Capital Social Integralizado, o que é? Capital social integralizado (ou capital integralizado), é o valor que os sócios injetam para dar inícios às atividades da empresa ou para expandi-las. Como alterar o valor do Capital Social? É possível aumentar ou reduzir o valor do capital social, mas é importante ficar atento. Caso o valor aumente, você deve pagar taxas à Junta Comercial, além do valor das despesas com assessoria contábil, pois é necessária a ajuda de um contador. Caso o valor seja reduzido, a empresa não pode ter dívidas e é preciso publicar em jornal de grande circulação informando os motivos da redução, e esse processo não é barato. O processo de redução é autorizado somente 90 dias depois, caso não haja objeção de ninguém. Somente após esse período, a redução é concretizada. Há muito a ser levado em conta ao abrir e manter o bom funcionamento de uma empresa. Por isso, é importante se cercar de bons profissionais em todas as etapas tornando o processo mais rápido, fácil e sem possibilidade de erros. A CPA Prime é uma contabilidade que possui consultoria contábil especializada para o seu negócio, com profissionais capacitados e experientes prontos a te auxiliar em todas as suas dúvidas. Solicite a orientação da CPA Prime!

Empresas de pequeno porte precisam de assessoria contábil?

empresas de pequeno porte

Sim, empresa de pequeno porte precisa ter contabilidade. Essa é a ferramenta que auxilia a empresa a preservar o seu patrimônio. Toda empresa precisa cumprir certas obrigações, prestar contas e, tendo uma contabilidade, é preciso que as finanças estejam organizadas para evitar prejuízos financeiros ou que se perca algum dado.   Contabilidade para micro e pequenas empresas, como elas podem se beneficiar? Uma das maiores vantagens na assessoria contábil para micro e pequenas empresas é a organização financeira. Relatórios frequentes são  gerados de acordo com necessidade do cliente, podendo ser anual,  trimestral ou semestral. Outra vantagem para pequena e microempresa é o assessoramento prático em questões como: pagamentos de tributos e impostos, emissão de notas fiscais, elaboração de declaração de impostos, enquadramento da carga tributária. Além de reduzir custos com impostos, o sistema tributário brasileiro é complexo. Com o auxílio do contador, a empresa evita pagar mais impostos que o necessário. Através de orientação, o empreendedor encontra maneiras legais para pagar menos impostos, esse processo é chamado de planejamento tributário. Microempresa e empresa de pequeno porte têm suas vantagens, uma delas é a desburocratização, que torna o registro contábil mais simples. Vale lembrar que toda empresa é obrigada a ter a escrituração contábil de toda sua movimentação e fazer um balanço patrimonial ou balanço financeiro e de resultado econômico todos os anos.   Como é feito o Balanço financeiro? Esse documento se baseia em 3 principais informações: Ativos – Se refere aos bens da empresa, de forma resumida, é tudo que possa gerar algum valor econômico, por exemplo, o estoque e as aplicações. Passivos – Já os passivos são as contas a pagar e demais obrigações da empresa, inclua salário de colaboradores, tributos etc. Patrimônio Líquido – se refere a soma de todos os recursos próprios da empresa, ou seja, é o capital que a empresa detém. Patrimônio líquido indica o lucro adquirido com a empresa ao final de um período.   Qual a importância da contabilidade para micro e empresas de pequeno porte? No momento, o Brasil possui mais de 6 milhões de empresas, aproximadamente 99% delas são micro e pequenas. Isso representa cerca de 53.4% do PIB desse setor. O empreendedor que tem um faturamento inferior ou igual a R$ 360 mil por ano, é considerado microempreendedor, já as empresas consideradas pequenas têm um faturamento inferior ou igual a R$ 4.800.000,00 por ano. De acordo com o Sebrae, “cerca de 50% das empresas fecham suas portas em até 4 anos de atividade”. A principal motivação é desorganização financeira, o empreendedor acha que “gastar” com Contador é algo supérfluo. Até aqui, vimos como é importante contratar uma assessoria contábil. Esse serviço deve ser executado por profissionais experientes e capacitados, com mais de 30 anos de experiência. A CPA Prime tem a solução perfeita para seu tipo de negócio. Entre em contato e agende  uma conversa, tire as suas dúvidas e conte com uma assessoria de contabilidade que está sempre renovando e inovando para que sua empresa alcance o sucesso desejado.    

Sociedade empresarial: quais os tipos?

sociedade empresarial

No mundo empresarial é comum encontrar pessoas com interesses em comum, com ideias parecidas. Ao abrir uma empresa, isso pode ser um fator importante para determinar o sucesso do seu negócio. Mas o que é uma sociedade empresarial? Sociedade empresarial consiste em duas ou mais pessoas se unindo, firmando uma sociedade para realizar um projeto profissional, são divididas tarefas e responsabilidades legais, com a finalidade de obter lucro. Apesar de ser uma definição simples, existem várias possíveis relações de sociedade, pode ser sociedade simples, sociedade limitada, sociedade em nome coletivo etc. e é importante saber qual delas melhor se adequa ao seu empreendimento. Ao pensar em começar uma sociedade, é importante contratar uma boa assessoria contábil que os ajude a identificar as necessidades e direitos de cada sócio. Como funciona uma sociedade empresarial? Na sociedade, cada sócio é responsável por algum setor da empresa, seja por familiaridade ou apenas uma distribuição justa de tarefas. Outra coisa que se deve ter em mente é que, a distribuição nem sempre é exatamente igual entre os sócios. Sendo assim, a empresa é dividida em diferentes porcentagens e, consequentemente, aquele com maior percentual é considerado o sócio proprietário. Quais os tipos de sociedade empresarial? É preciso entender qual tipo de sociedade empresarial mais se adequa ao seu perfil a as características do seu empreendimento e entender quais condições de participação cada um define:   1 – Sociedade Simples Sociedade Simples é um tipo de sociedade empresarial focada nos prestadores de serviços. Exige do profissional o registro de classe, por exemplo, para os médicos, o CRM, para os engenheiros, o CREA. Recomendado para quem exerce atividades intelectuais. Existem outras duas modalidades dentro da Sociedade Simples: Sociedade Simples Pura – o Patrimônio da Empresa e os bens pessoais do sócio não contam com separação (assim como o empresário individual), e a Sociedade simples Limitada – existe a separação, o que não permite que patrimônio pessoal dos sócios seja tomado (assim como a  Sociedade Empresária Limitada). 2 – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) Uma EIRELI é um modelo de empresa sem sócios, criado em 2011. Ele exigia um capital social de, no mínimo, 100 salários mínimos para a sua abertura. Este formato foi extinto em agosto de 2021. Nele podia haver apenas um sócio, seu patrimônio pessoa física era separado do patrimônio pessoa jurídica. Era um formato interessante para as micro e pequenas empresas, pois era um modelo de negócio mais simples. O principal objetivo da EIRELI era acabar com o sócio fictício, uma prática muito comum em empresas de sociedade limitada, modalidade em que são necessários, no mínimo, dois sócios, o oposto da empresa individual de responsabilidade limitada. 3- Empresário Individual Uma empresa individual não precisa de sócios, assim como a EIRELI. Quem abre uma empresa como essa não é sócio dela, mas sim o único proprietário. Por esse motivo, o negócio necessita do mesmo nome do seu dono (exceto o nome fantasia). Nesse caso, o proprietário de uma empresa individual não pode separar seus bens pessoais da empresa, sendo assim, seu patrimônio pode ser confiscado em caso de dívidas empresariais. 4 – Sociedade Empresária Limitada (LTDA) Sociedade Empresária Limitada, ou LTDA, o tipo mais comum e escolhido pela maioria dos empreendedores e seus sócios. Dois bons motivos os levam a essa escolha: poder incluir outros sócios através de um contrato social e ter toda a responsabilidade limitada ao capital social da empresa (por isso Limitada, ou Ltda.). Sendo assim, bens pessoais dos sócios não são confiscados em caso de dívidas da empresa. Outra vantagem é que, através do contrato social, os sócios têm poder de tomar qualquer tipo de decisão,  como por exemplo a respeito da função de cada um dentro da empresa, discutir suas cotas e ainda podem entrar e sair da sociedade a hora que quiserem, desde que as alterações sejam feitas no Contrato Social. 5 – Sociedade Anônima Conhecida também como S.A.,  é um modelo de sociedade um pouco diferente das outras porque ao invés de cotas os sócios dividem o capital em ações e  são chamados de acionistas. Nessa modalidade os acionistas têm liberdade de comprar e vender ações, atividade vista normalmente em grandes empresas. Esse modelo também tem seu capital dividido em duas modalidades: o capital aberto, no qual as ações são vendidas na bolsa de valores e o fechado, onde são vendidas/oferecidas para os sócios já envolvidos ou para convidados. 6 – Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) Sociedade Limitada Unipessoal, ou SLU, também conhecida como “Sociedade Unipessoal”, modalidade em que não há necessidade da participação de outros sócios. Assim como na “Ltda.”, o patrimônio pessoal do sócio é protegido por ser separado do patrimônio da empresa. Muito parecida com a Eireli, empresa individual de responsabilidade limitada, porém, não necessita de valor mínimo de capital social, possibilitando maior facilidade de ter um valor de abertura acessível para a empresa. Ainda temos outros tipos de sociedade empresarial: Sociedade em Nome Coletivo: Nessa sociedade, todos os membros respondem pela dívida da empresa, são solidários a elas; Sociedade Cooperativa: Pode ser dividida em 3 categorias: Singulares, formada apenas por pessoa física, mas pode haver exceção. Federações cooperativas, compostas a partir de 3 sociedades cooperativas singulares, existe a possibilidade de exceção para associados individuais, e as confederações de cooperativas, compostas por 3 ou mais federações cooperativas; Sociedade em Conta de Participação: Um tipo de sociedade que requer bastante atenção. Essa sociedade pode envolver duas ou mais pessoas, porém, ao menos uma delas deve ser comerciante; Sociedade de Advogados: A legislação brasileira prevê que o nome da sociedade faça referência a um dos associados;  Sociedade em Comandita Simples :Nesse modelo de sociedade se aplicam duas qualidades de pessoas: os comanditários, responsáveis por cuidar do capital da empresa e possuem participação administrativa, e os comanditados, que   não fazem parte do quadro administrativo da empresa; Sociedade Comandita por Ações: Esse modelo de sociedade possui seu capital dividido por cotas, é similar a sociedade anônima, mas nesse modelo apenas os sócios administradores, denominados diretores, terão suas responsabilidades

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